sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Resenha - O Teorema Katherine


A-ha! Admita, você pensou que o blog nunca mais iria voltar a ter postagens, sim? Pois é, eu me afastei novamente da internet porque a escola está simplesmente tomando muito do meu tempo, e o que sobra, dedico para assistir Lost, jogar League of Legends e leitura. Enfim, eu estive lendo bastante livros e achei que seria interessante trazer algumas resenhas para dar uma atualizada no blog, que não tem quase nenhum conteúdo literário. A resenha de hoje será sobre o livro O Teorema Katherine, do nosso amado João Verde (vulgo John Green) ♥

Sinopse: 
Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam. Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.


Minha opinião: 
O Teorema de Katherine, para mim, se diferenciou bastante dos outros livros que li do John Green. Eu sempre percebo que na maioria deles, existe aquele ar de mistério, aquele personagem enigmático, enfim.
Colin Singleton é um garoto normal - com exceção, é claro, da sua genialidade - que sofre de coração partido e tenta superar a dor, previsível. Não digo que o livro é ruim, mas com certeza não é o meu preferido do autor. A história é boa, engraçada e faz com que saibamos lidar com os nossos problemas com mais leveza, de fato. Mas como eu disse anteriormente, senti falta daquele personagem singular, com sua personalidade misteriosa e cativante, como estou acostumada a ler em seus livros. Simpatizei bastante com Colin, Lindsey e, principalmente, Hassan (que, para mim, tem a personalidade mais legal do livro, no estilo fugger de ser).
Em geral, foi uma leitura leve e divertida, mas não agradou o meu gosto literário. É o tipo de livro que eu leria apenas para descontrair, sem muitas expectativas sobre a história e o seu desfecho, que foi bem previsível do início ao fim.


Recomendo o livro para todos aqueles que gostam de histórias que representam mais a realidade, com personagens nos quais estamos habituados a ver, em nós mesmos ou em pessoas ao nosso redor. Não espere por personagens excepcionais, com personalidades cativantes e que, de alguma forma, aticem sua curiosidade, porque são todos convencionais. Se você procura por uma história que exija que você quebre a cabeça para tentar ao menos deduzir o final, não recomendaria esse livro. Acredite, com poucos capítulos você já terá entendido e previsto toda a história.

Nota: 3/5

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Minha irmã dançando Frozen

Não tem muito o que falar, apenas assistam. Fizemos uma brincadeira em casa ontem, mas o resultado ficou tão legal que resolvi compartilhar aqui, a Naty é uma fofura e em breve dançará outras músicas (dubstep, inclusive!) variadas que também estarei postando. Coisinha mais fofa <3 (não se esqueçam de ajustar a qualidade do vídeo para HD)

sábado, 30 de maio de 2015

Músicas clássicas!

Antes de começar o post, gostaria de me desculpar pelo transtorno. O formulário para comentar do Blogger, simplesmente desapareceu do GB esses dias, então provisoriamente, tive que habilitar os comentários pelo Google+. Lamento, tentarei resolver logo. O layout trouxe muitos bugs ao blog, está complicado.
Quem me conhece sabe que sou bastante eclética e tenho muito orgulho disso. Ouço tudo o que me faz bem e não tenho preconceito com esse tipo de coisa. Pode ser funk, rock, metal, o que for. Se a música for bacana eu ouço sem vergonha alguma, e podem me chamar de modinha, poser ou o que for. Irei continuar ouvindo as músicas que gosto, se mordam, haters.

Mas falando da postagem em si, resolvi trazer algumas músicas clássicas das quais gosto bastante. Não sei se vocês gostam do estilo, ou se conhecem algum desses artistas, mas decidi postar mesmo assim. Pra quem já conhece, é bom demais ouvir novamente. E pra quem não conhece, é uma boa oportunidade de se aventurar em meio aos maravilhosos artistas desse gênero. A música clássica, embora ridicularizada por muitos, tem um poder único de teletransportar você para outra dimensão. É mágico, é harmonioso, é reconfortante. Eu sugiro que ouça e tente apreciá-la sem julgar antes de perceber o que cada nota representa. Vamos lá?